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 G-11 - MEU TRABALHO DE CURADORIA


 
Rita Alves


A SIMBOLOGIA DAS BANDEIRAS

 

Cada bandeira traz em si um complexo de conceitos

que devem representar em cor e forma os ideais da agremiação,

time, estado, país, partido, enfim, do grupo ao qual se identifica.

Desde a Antiguidade, na ocasião de alguma movimentação social,

 para registrar conquistas ou o estabelecimento de um acordo

ou fato significativo, esculpia-se a ponta de um mastro e

fixava-se este ícone no local de maior visibilidade.

Posteriormente a bandeira foi se transformando até vir

a ter a característica de hoje, feita em pano, para balançar ao vento.

A este feito soma-se o ato do hasteamento,

momento solene de rememorização  e comemoração do fato que

levou a criação da tal bandeira, carregada de significados.

No entanto, ao longo de sua história,

o homem criou bandeiras imaginárias, ideais que leva consigo,

como se sempre estivessem hasteadas dentro de si

e que fossem essas ‘bandeiras’ o seu motivo,

o propulsor de sua vida, seus ideais e sonhos.

Levo comigo algumas bandeiras, sempre hasteadas,

balançando ao sabor dos ventos

da minha vontade de persistir firme em meus ideais:

liberdade, amor fraterno, justiça – essa eterna peleja –

 e a bandeira que me alegra a alma:

Estação Primeira de Mangueira, em verde e rosa, em verso e prosa.

 

Bandeira da Mangueira, por Marysia Portinari.

Criança da Mangueira, foto: Aluízio Derizans.

Ensaio na quadra da Mangueira, foto: Aluízio Derizans.



Escrito por Rita Alves às 08h19
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POEMA PARA QUEM PARTE

 

Procuro em meu deserto suprimentos básicos de sobrevivência.

Poemas bons, que saiam pulando dos livros que me cercam,

palavras doces que se calam sem sentença.

Amanheço e anoiteço indiferente ao tempo

 que me empurra ao descontentamento.

Enquanto leio, ouço a música dos ventos,

(Orquestra desarmônica dos meus pensamentos).

Recuso ofertas de aprisionamento

Aceito emblemas de mistério em vôos ligeiros

Seguindo um caminho que é só certo o que passou

Partidas que ficaram em mim quase por inteiro

Nomes, lembranças, sorrisos e questionamentos

Vou seguindo a sombra das estrelas

Aguardando a lua cheia refletir minhas tempestuosas letras.

 

POEMA PARA QUEM FICA

 

Entre as cortinas você verá  a cidade

As luzes noturnas da circunferência de São Paulo

Sabe pisar a areia? 

Conhece o caminho desigual do deserto em que vivo?

Abra a porta dos armários

Cairão livros aos seus pés.

Você, que tem a coragem de ficar comigo

Abrace meus olhos antes que anoiteça.

A manhã embaça o mapa do caminho

Apaga com suor as lembranças do destino.

Você que tem a certeza de que pode permanecer

Estabeleça sua morada, que o dia virá em festa

Carinho, conversa, vinho, beijos

Confusas tramas que se curvam à luz da lua.

 



Escrito por Rita Alves às 11h11
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História, Literatura, Arte.

Poesia

No centenário de Nelson Cavaquinho,

a Estação Primeira de Mangueira elabora o enredo em sua homenagem:

Enquanto isso, preparo processo de tombamento da ALVORADA,

para torná-la Patrimônio Cultural Brasileiro.

"Sabemos todos que somos um povo novo, formado pela mistura de três raças valorosas:

os corajosos índios, os estóicos negros e os bravos e sentimentais lusitanos.

Quem de nós ignora que da mestiçagem nasceu o samba,

no qual se exprimem a energia índia, o ritmo negro e a melancolia portuguesa?"

Marilrna Chauí, in Mito Fundador e sociedade autoritária

foto: Luzinete Silva (comunidade Mangueira)

Salve a Mangueira, Cartola, Nelson Sargento, Delegado, Nelson Cavaquinho e toda a verde e rosa.

Alvorada

 

            O nascer da escola de samba, nomeado ALVORADA, passou a ser um marco na história do Carnaval brasileiro, pois inicia a elaboração do carnaval nos moldes do que conhecemos hoje, não só como representação e expressão da cultura, mas se solidificando como o segundo evento que mais agrega turista e dos que mais movimenta valores, unindo festa e negócio, turismo e cultura simultaneamente.

            Sem ter ainda a noção do que viria a ser o “negócio” carnaval, compositores despejavam liricamente os sentimentos mais profundos em louvores ao espaço social em que viviam.

            No rol de composições da Estação Primeira de Mangueira é possível mapear temas que remetem a períodos históricos, elaborados liricamente, expondo fatos do cotidiano, homenageando nomes consagrados do Brasil ou ainda como uma forma de resistência ao momento histórico que viveram.

 

 



Escrito por Rita Alves às 08h48
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MITOS VADIOS 2

http://mitosvadios2.blogspot.com/

CARTA MANIFESTO

Para todos os artistas de todos os estilos e tendências das artes visuais

Está aberta a convocação!

Todos os artistas estão convocados para se manifestar em frente à Bienal de 2010, que acontecerá em São Paulo, em 21 de setembro, às 17h.

Será a BIENAL ALTERNATIVA 2010

Depois da última Bienal, em 2008, pedimos uma real e profunda reflexão, pois nela não vimos Arte em suas várias representações.

Para este ano de 2010, já se desenha uma Bienal confusa, com declarações sem conceito definido: arte política, terreiro, posições desencontradas, explicações que mudam a cada dia, parecendo visar apenas agradar à mídia, sem uma verdadeira preocupação com a Arte, sem pesquisa sólida ou escolha fundamentada.

Já se faz notar que a Bienal maquiará uma feira, alternando interesses de mercado e grupos de amigos, em acordos previamente acertados, sem nenhuma lógica ou justificativa.

Nenhuma pesquisa – ou conselho – para a formação do grupo curatorial, exemplo da Bienal de Walter Zanini, Sheila Leiner (a grande parede) ou ainda Roberto Muylaert (que gerou tradição e Ruptura).

A chamada de ordem do poder grita mais alto e não é, necessariamente, a real expressão da arte.

Arte política se faz por simbolismos, denunciando poderes autoritários ou regimes de repressão.

Daí a ideia de fazer política democrática organizando uma manifestação para que todos os artistas possam levar sua mensagem através de uma obra, de qualquer estilo ou forma, para fazermos um grande cordão em volta do prédio da Bienal, fazendo mostrar que não se conhecem a produção real da arte.

 

Depois da crise, o mercado tenta novamente estender seu domínio, mas devemos ter uma posição firme, clara, para um melhor e mais promissor mundo da arte, promovendo uma ação e reflexão, para alimentar com consistência a nossa cultura.

Será esta a possibilidade de mostrarmos o que verdadeiramente se produz atualmente.

Proponho, logo após o cordão, fazermos uma grande montanha de obras e vamos descobrir qual será o seu destino.

Mostrando claramente as parcerias disfarçadas de conceitos contemporâneos de destino certo: o mercado especulativo, que prevê retorno do investimento, a bolha (ilusória) da arte.

Pelo muito que já foi divulgado na mídia e em redes sociais da internet, a 29ª. Bienal será um ‘make-up’ (influência da São Paulo Fashion Week?), uma feira com interesses de grupos que faturam no mercado de arte e artistas partícipes destes acordos ‘the dark side of the moon’ da Bienal. Sorry, Pink Floyd, pela lista dos “Deuses do Olimpo”.

E o público?  Ninguém pensou na importantíssima função sócio-educativa para as massas?

Nós pensamos e vamos fazer a Bienal de todos.

COPAREÇAM COM UMA OBRA DE QUALQUER FORMATO OU ESTILO.

 VAMOS CRIAR UMA BIENAL DEMOCRÁTICA e não oficial, como nunca foi visto, vamos ativar o circuito artístico e mostrar que BIENAL POLITICA tem que ser DEMOCRÁTICA.

IVALD GRANATO 2010

 Consulta técnica: Octaviano Moniz / Rita Alves



Escrito por Rita Alves às 08h38
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EXPOSIÇÃO NO CHILE, CENTRO CULTURAL ESTACIÓN MAPOCHO:

G-Onze........................................................curadoria Ivald Granato

Sub curadoria Rita Alves



Escrito por Rita Alves às 13h33
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Morre Roberto Piva, meu amigo, meu guru, poesia forte, palavras com intensidade máxima.

Nada há que se fazer em relação ao homem que partiu. Prepararemos tributo.  A obra ficará,

ganhará força com o passar do tempo, passará ao atemporal das palavras agrupadas em poema.

Que os araçaris sobrevoem suas guias, para sempre...

Saudade, muita tristeza, meu amigo.

 



Escrito por Rita Alves às 13h27
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Ficou pronto... preparo lançamento...

capa: Marysia Portinari

 



Escrito por Rita Alves às 13h22
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Repercussão para a exposição FUTEBOL E ARTE, no Fashion Mall, Rio de Janeiro:

 

 



Escrito por Rita Alves às 13h19
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Numa noite deliciosa,

autores e personalidades brindaram à preciosa publicação feita pela

Fundação Memorial da América Latina.

Já somos convidados a estar na BIENAL do livro, em São Paulo.

Agradeço ao professor João Alves das Neves, coordenador do projeto e

ao Sr. Fernando Leça, que dirige o Memorial.

Consulado Geral de Portugal.

A mesa dos autores.



Escrito por Rita Alves às 09h02
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Sob organização de João Alves das Neves,

o livro

"400 ANOS - PADRE VIEIRA - Imperador da Língua Portuguesa"

Será lançado dia 20 de Maio, no Consulado de Portugal.

SOU MA DAS AUTORAS



Escrito por Rita Alves às 12h59
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Fui convidada pelo companheiro de ideais, Flávio Costa, a ser colaboradora da

COMUNIDADE ÁFRICA BRASIL

É uma imensa honra ser membro desta comunidade totalmente engajada em relevantes questões étnicas.

http://comunidadeafricabrasil.blogspot.com/

 

Trecho do texto que publiquei na estreia:

           A VARANDA DO FRANGIPANI, de Mia Couto        

  "Aos pés da árvore do frangipani está enterrado um homem

que precisa ser lembrado como herói por Moçambique. 

Morto durante a guerra pela libertação, contra os portugueses,

um carpinteiro recebe uma proposta para tornar-se “xipoco”,

ou seja, uma espécie de fantasma “exilado da luz”; 

irá ele acompanhar o corpo de um policial contratado para

desvendar um crime e que será assassinado em sete dias. 

Esse é o tempo que o morto terá para experimentar

 as mais variadas sensações de quem  não está vivo, mas colado à alma de outrem."

 



Escrito por Rita Alves às 10h25
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Grupo de Leitura Lusófono da Biblioteca Berio de Gênova - Itália

Brasil, Portugal, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste... e Gênova

O amigo ROBERTO MARRAS coordena os encontros mensais,

no qual leituras de autores de vários países são lidos, discutidos de forma intensa, poética e apaixonada.

Neste sábado os brasileiros Milton Hatoum e Cássio Junqueira.

Trabalho que é desenvolvido desde 2008.

http://grupodeleituraberio.blogspot.com/

Abbraccio, Roberto!



Escrito por Rita Alves às 09h16
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Comunicado

do líder indígena

Megaron Txukarramãe

 

Nós lideranças e guerreiros estamos aqui em nosso movimento e vamos continuar com a paralisação da balsa pela travessia do rio xingu. Enquanto Luiz Inacio Lula da Silva insistir de construir a barragem de Belo Monte nós vamos continuar aqui. Nós ficamos com raiva de ouvir Lula falar que vai construir Belo Monte de qualquer jeito, nem que seja pela força!!!   Agora Nos indios e o povo que votamos em Lula estamos sabendo quem essa pessoa. Nós não somos bandidos, nós não somos traficantes para sermos tratados assim, o que nós queremos é a não construção da barragem de Belo Monte. Aqui nós não temos armas para enfrentar a força, se Lula fizer isso ele quer acabar com nós como vem demonstrando, mas o mundo inteiro vai poder saber que nós podemos morrer, mais lutando pelo nosso direito. Estamos diante de um Governo que cada dia que passa se demonstram contra nós indios. Lula tem demonstrado ser  inmingo número um dos indios e Marcio Meira o atual Presidente da Funai tem demostrado a ser segunda pessoa no Brasil contra os indios, pois, a Funai não  tem tratado mais assuntos indigenas, não demarcação de terra indigena mais, não tem fiscalização  de terra indigena mais, não tem aviventação em terra indigena. Os nossos líderes indigenas  são empedido de entrarem dentro do predio da funai em Brasilia pela força nacional. O que esta acontecendo com nós indios é um fato de grande abandono, pois, nós indios que somos os primeiros habitantes deste pais estamos sendo  esquecidos pelo Governo  de Lula que quer a nossa destruição, é esta aconclusão que chegamos.

Lider indigena Megaron Txukarramãe

Aldeia Piaraçu, 26 de abril de 2010

 

Assine o abaixo assinado

contra a instalação da usina de Belo Monte:

http://www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/6149

 



Escrito por Rita Alves às 07h41
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Arte, Literatura e História

Universos conciliáveis, em constantes embates.

 

É importante não dissociar o objeto estético arte do contexto histórico,

muitas vezes contraditório, a que está diretamente associado.

Assim é a arte de Franz Krajcberg, assim é a poesia de Thiago de Mello,

assim é a criação crítica literária de Antonio Candido.

Com eles me fiz, com eles me refaço, aprendo, discordo,

reviro o avesso da palavra, desmonto o racional da história

e recrio tudo em palavras.

 

Thiago de Mello, Franz Krajcberg, eu e Antonio Lázaro de Almeida Prado.

Thiago de Mello, eu e Antonio Candido.  Noite memorável.



Escrito por Rita Alves às 12h55
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História, Literatura e Arte.

Rita Alves

11 3586 2310 - 11 9966 1683 

 

Palestras, Curadoria, Crítica Literária, Revisão e Organização de Textos.

Na correria

Próxima Estação:

http://www.andross.com.br/

Uma antologia de contos sob minha organização, deverá ser lançado em outubro de 2010.

Autores convidados:

Guca Domenico - Paulo Klein - Clêi Valverde - Livia Garcia-Roza

Editora Andross

http://www.andross.com.br/

Jóia

 

Preparei o livro:  Grandes Entrevistas do Milênio,

da Globonews, editora Globo.

Os maiores nomes do pensamento contemporâneo.

Esportista

Mário Luiz Thompson

Fotógrafo e amigo


“Abrir o ângulo, fechar o foco sobre a vida
Transcender, pela lente do amor
Sair do cético, encontrar um beco sem saída
Transcender, pela lente do amor.”

(Gilberto Gil)

 

Estou em processo de formatação de projetos de exposições e festivais:

as diversas possibilidades de recortes na vasta obra de Mário Luiz.

 

 

 



Escrito por Rita Alves às 16h02
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